| foto by Jean dos Anjos |
De tudo que gira para dentro
E de tudo que gira para fora
E do que não sai pela porta
Do que fica, doído
Das marcas do amor e da dor.
| foto by Jean dos Anjos |
E da solidão a dois
Dos laços cortados
Das máscaras, das maquiagens
Da adega que não rega
Da fumaça dissipada ao vento.
| foto by Jean dos Anjos |
E do que não centraliza
Do que exaspera e corre
Da música percorrida de tristeza
Das taças quebradas
Da nudez e do sexo em lágrimas.
E do tabu das dores de uma mulher
E do sofrimento de todos nós
De uma vida, um casamento, um buquê
De fantasmas, rios secos, desamores
De quem escutou e viveu 'fracasso'.
| foto by Jean dos Anjos |
Das Macabéas, Nubias, Clarices,
Marias, Amelias, Antônias, Neumas
De nós mesmos
De Nelson
E do que não somos porque temos medos
Do que foi errado
Do que deixou de ser consertado
Do que foi esquecido
E do que foi escondido.
Da morte.
Das vezes, dos nós, das linhas, das cores, dos olhares, das incertezas, das maneiras, das salas, dos momentos, dos vazios, das ilusões, das ausências. Do nada que ficou.
Postagem em homenagem a Wellington Rodrigues,
do Espetáculo
"Embriagada... Eu quero desabafar"
Caramba!!!
ResponderExcluirsensacional!!!
Jean,
ResponderExcluirSuas palavras são linda!!! Fico completamente grato a você por captar, de modo tão sublime, a essência do meu trabalho... do meu espetáculo.
Obrigado...!!! E, TIM TIM...SÓ MAIS UM POUQUINHO....
Voltaremos com o Embriagada... nos dias 20 e 27 de janeiro (sextas), as 19 horas, no Theatro José de Alencar, sala Morro do Ouro.
Estarei divulgando.
ExcluirAbraços!
Meu querido, estavas muito inspirado!
ExcluirPalavras fortes, sentidos fortes
Por baixo, uma alma quente
Desnuda, crua, ciente
Dos limites, da finitude
Grande beijo,
Erica